terça-feira, 1 de janeiro de 2013

Confira as principais 'notas 10' de 2012


A tradicional seleção de 20 notas dez parecia uma missão impossível. O ano foi ótimo para a nossa televisão. Além dos aqui mencionados, tivemos “Homeland”, “The newsroom”, “The walking dead” e as tramoias de “Revenge”. Que 2013 seja igualmente prolífico.
Adriana Esteves e Débora Falabella em cena de 'Avenida Brasil' (Foto: Divulgação/TV Globo)ADRIANA ESTEVES E DÉBORA FALABELLA EM CENA DE 'AVENIDA BRASIL' (FOTO: DIVULGAÇÃO/TV GLOBO)
Para “Avenida Brasil” pelo conjunto da obra e com louvor. João Emanuel Carneiro; os diretores Ricardo Waddington, Amora Mautner e José Luiz Villamarim; e aquele elenco espetacular alegraram o Brasil.
Para a estreia da série “Sessão de terapia”, no GNT. Bem produzido — direção afiada de Selton Mello e atuações de qualidade —, o programa fez diferença na televisão.
Para “Na moral”, programa de Pedro Bial que terá uma segunda temporada. Os debates movimentaram o horário e motivaram muita gente a dormir mais tarde. Uma boa mostra de TV popular e inteligente.
Para Adriana Esteves, pelo trabalho maravilhoso comoa Carminha de “Avenida Brasil”. A esta altura do campeonato, não restam dúvidas de que sua vilã vai ser lembrada para sempre pelo público.
Para a produção do “The voice Brasil”, programa dirigido por Boninho na Globo. Nas eliminatórias ao vivo, chamou a atenção o nível dos números, com direito a bailarinos, coral e cenografia impecáveis.
Para as lindas imagensde “Preamar”, série dirigida por Estevão Ciavatta para a HBO. O Rio, que já é um espetáculo, ficou ainda mais bonito visto pela câmerado programa.
Constância (Patrícia Pillar) fará Laura (Marjorie Estiano) perder emprego (Foto: Reprodução)CONSTÂNCIA: A VILÃ DE PATRÍCIA PILLAR EM 'LADO A LADO' (FOTO: REPRODUÇÃO)
Para Patrícia Pillar, pela Constância de “Lado a lado”. Depois de garantir um lugar no rol das grandes vilãs da dramaturgia com sua Flora, de “A favorita”, a atriz vem brilhando como a Baronesa de Boavista.
Para Osmar Prado, Cássia Kis Magro e Carmo Dalla Vecchia, em “Amor eterno amor”. Apesar das mensagens de amor do texto, foi a maldade que mais beneficiou a novela de Elizabeth Jhin, do núcleo de Rogério Gomes.
Para Filipe Miguez e Izabel de Oliveira (autores), e para Denise Saraceni (diretora de núcleo) e Carlos Araújo (diretor-geral), por “Cheias de charme”. A novela das 19h da Globo foi a expressão do talento deles.
Para Murilo Benício, o Tufão de “Avenida Brasil”, novela cujo elenco era excelente. O ator brilhou e se destacou em todas as cenas em que, tímido e desajeitado, o personagem não conseguiu abrir seus sentimentos.
Para “Medida certa — O Fenômeno”, com Ronaldo,no “Fantástico”. Ao carisma do ex-jogador somaram-se as boas participações de Marcio Atalla — mais seguro nesta edição — e de grandes ídolos do esporte.
Isabelle Drummond, Leandra Leal e Taís Araújo em "Cheias de charme" (Foto: Matheus Cabral/TV Globo)ISABELLE DRUMMOND, LEANDRA LEAL E TAÍS ARAÚJO EM "CHEIAS DE CHARME" (FOTO: MATHEUS CABRAL/TV GLOBO)

Para o clipe das empreguetes. Primeiro, porque, além de muito bonitinho e bem feito, foi um “achado” de “Cheias de charme”. Depois, pela parceria tão inspirada da teledramaturgiacom a internet.
Para o “Reviva especial” sobre variedades, no Viva. Marília Gabriela conduziu um ótimo debate sobre televisão, com um timaçode especialistas. Imagens raras e boas entrevistas completaram a atração.
Para o capricho nos cenários e figurino de “Rei Davi”. A Record investiu alto e os trabalhos de Daniel Clabunde e Ana Neibi Mendes Inácio merecem elogios. Vale ressaltar as belas locações usadas na série.
Para a GloboNews nas eleições. Quem quis se informar ficou satisfeito com a extensa coberturae os comentários de uma turma nota mil conduzida por Renata Lo Prete.
Para o movimento, ainda tímido, de alguns canais pagos que estão retomando as legendas depois dos protestos do público contra a imposição da dublagem. Exemplos: “Touch”, na Fox, e “PanAm”, no Sony.
Giovanna Antonelli, a Helô de "Salve Jorge" (Foto: Reprodução)GIOVANNA ANTONELLI, A HELÔ DE "SALVE JORGE" (FOTO: REPRODUÇÃO)
Para Giovanna Antonelli, pela delegada de “Salve Jorge”, novela de Gloria Perez dirigida por Marcos Schechtman. A atriz, madura, segura, é hoje candidata a uma das melhores da nossa TV.
Para Heraldo Pereira, pela clareza ao falar do julgamento do mensalãoe ao explicar que trâmites legais seriam adotados. E pelo furo da entrevista com o ministro Ricardo Lewandovski.
Para “Arte do artista”, por Aderbal Freire-Filho, estreia da TV Brasil. O programa é interessante e o diretor se saiu muito bem na televisão (o novo desafio, aliás, foi tema do episódio de estreia).
Para a trilha de “Gabriela”. Das novelas da Globo à época, foi a única que não pegou o caminho superpopular. Tinha “aquela” música brasileira da melhor qualidade, um prazer para os ouvidos.

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